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O espadarte da Serra da Arrábida, os chefs e a excelência da Costa Verde

Entre a imponência da Serra da Arrábida e o azul profundo do Atlântico, nasce um dos produtos mais emblemáticos da gastronomia portuguesa: o espadarte capturado ao largo da costa de Setúbal. Um peixe que carrega identidade, tradição marítima e uma ligação direta ao território.

Mais do que um ingrediente, o espadarte é um desafio técnico e criativo. A sua versatilidade exige conhecimento profundo e respeito absoluto pelo produto, algo que apenas alguns chefs conseguem transformar em linguagem gastronómica contemporânea.

Foi precisamente essa abordagem que marcou a experiência gastronómica no restaurante Sóce, sob a direção do chef Mauro Loureiro. Conhecido pela sua visão técnica e pela capacidade de orquestrar experiências imersivas, Mauro Loureiro deu o enquadramento a um momento que uniu produto, técnica e narrativa.

Ao seu lado estiveram dois nomes de referência da cozinha contemporânea: Vasco Coelho Santos, do Euskalduna, reconhecido pela precisão técnica e abordagem autoral, e Nicu Iastremschii, cuja cozinha se distingue pela criatividade e pela leitura contemporânea dos produtos. Juntos, transformaram o espadarte num exercício vivo de técnica e improvisação, explorando cortes, texturas e interpretações distintas do mesmo ingrediente.

A experiência ganhou forma através de um menu construído em tempo real, onde o produto ditou o ritmo e os chefs responderam com sensibilidade e rigor. Mais do que um jantar, foi uma demonstração de como a gastronomia pode ser pensamento em movimento.

Mas nenhuma grande experiência gastronómica se completa sem a mesa.

A Costa Verde assume aqui um papel essencial, ao lado dos chefs, como parte integrante da narrativa. A sua porcelana não é apenas um suporte técnico: é um elemento de valorização estética e funcional que respeita e amplifica a visão dos chefes.

Desenhada para responder às exigências da alta gastronomia e da hotelaria internacional, a Costa Verde alia resistência, durabilidade e uma estética depurada que coloca o foco no essencial, o prato. A neutralidade elegante das suas peças permite que cada criação dos chefs ganhe protagonismo absoluto, enquanto a qualidade técnica assegura consistência em contextos de serviço exigentes.

No encontro entre o espadarte da Arrábida, a mestria dos chefs e a precisão da porcelana da Costa Verde, constrói-se uma experiência onde cada elemento tem o seu papel: o produto conta a história, os chefs interpretam-na e a porcelana enquadra-a com elegância.

É neste equilíbrio que a gastronomia contemporânea se afirma, como arte, técnica e emoção em perfeita harmonia.

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